O problema do plágio na pregação

Por James Carter

       Todo pregador é influenciado por outras pessoas. Em alguns casos, pode ser difícil determinar a origem de uma declaração ou conceito.

       Pegar a ideia de outra pessoa, pesquisá-la, desenvolvê-la e apropriar-se dela não é desonesto. Simplesmente pegar um material pronto e usá-lo como se fosse seu, contudo, é uma incursão no âmbito do plágio. O fácil acesso a sermões na internet tornou a tentação de plagiar ainda maior. Um número excessivo de pregadores segue a máxima de um pastor, já falecido, que costumava dizer: “Quando publicarem sermões melhores, certamente os pregarei”!

           A pregação confessional e as ilustrações são outras duas áreas nas quais não é raro a desonestidade se infiltrar nos sermões. Na pregação confessional, pode acontecer de o pregador enfeitar um pouco a história e acabar estendendo sua confissão além dos fatos. No tocante às ilustrações, o pastor nunca deve retratar a si mesmo ou aos membros de sua família como seres humanos melhores, mais espertos ou mais espirituais do que de fato o são. Também não deve apropriar de experiências de outros como se fossem suas.

Bibliografia

CARTER, James. Ética ministerial. Um guia para a formação moral de líderes cristãos. São Paulo: Editora Vida Nova, 2010, p. 117

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