O Lugar da Pregação e Musicalidade no Culto

O Lugar da Pregação e Musicalidade no Culto

Por Michel Augusto

          Cultuar publicamente é um desafio crescente em detrimento de inúmeros fatores de performance na pregação e música que, tendenciosamente tentam usurpar o valor e o significado do culto. Há uma perversão dos objetivos da pregação e da música nesse contexto. A pregação é o ápice do culto protestante, como herança da Reforma. No entanto, pregação e música devem partir dos mesmos pressupostos.  Assim, qual seria o lugar da pregação e música no culto?

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Princípios básicos para o uso do contexto histórico-cultural do Novo Testamento na pregação

Princípios básicos para o uso do contexto histórico-cultural do Novo Testamento na pregação

Por Craig S. Kenner

Adaptado por Michel Augusto

          A pregação é um instrumento precioso do Senhor para chamar o seu povo e mantê-lo com edificação, exortação e consolo. Lemos o texto, explicamos e aplicamos. Na explicação e aplicação precisamos de elementos adicionais, tais como: teologia bíblica, sistemática, exegética e histórica. Timothy Wald (2) diz que “uma função fundamental da boa pregação expositiva consiste em explicar o significado e a força de uma passagem quando interpretada de modo adequado à luz de seus diferentes contextos: 1) Contexto literário imediato; 2) contexto dentro do desenrolar da história da revelação divina; e 3) o contexto da Bíblia em geral. Tal pregação, uma vez supõe que a doutrina da clareza das Escrituras se aplica à Escritura em geral e não a cada parágrafo”. Assim sendo, o teólogo Craig Kenner (1), outrora publicado pela Editora Atos, mas agora pela Vida Nova, traz contribuições riquíssimas para o expositor. Só precisamos tomar o devido cuidado para não desprezarmos a boa teologia bíblica e sistemática nesse processo, além de respeitarmos as tradições com suas abordagens em assuntos específicos. Vejamos:

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Como pregar em Atos: Evitando os reducionismos na comunicação do Evangelho

Evitando os reducionismos na comunicação do Evangelho

Por Timothy Keller

Adaptado por Michel Augusto

            O grande desafio de se viver e aplicar o Evangelho no contexto do Distrito Federal, é considerar que temos 27 estados reunidos e outras dezenas de nações representadas pelas embaixadas. Temos um multiplicidade de culturas que podem refletir a graça comum de Deus e outras que precisam ser rejeitadas por serem contrárias ao Evangelho. Um verdadeiro campo missional. Uma leitura cuidadosa de Atos nos levará a aplicar os princípios que Paulo usou para não cairmos em reducionismos. Tim Keller apresenta o modo paulino de comunicar o Evangelho de Cristo, conforme o livro de Atos dos Apóstolos . Vejamos:

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Características dos sermões de Lutero

Características dos sermões de Lutero

Por Roland H. Bainton

Adaptado por Michel Augusto[1] 

“A história da pregação nos ensina uma diversidade enorme no tocante à forma como os sermões eram desenvolvidos. O legado da reforma nos ensina um princípio unificador nesse processo: “a tarefa do ministro é expor a Palavra, que é a única fonte de cura para as dores da vida e de bálsamo da eterna bem-aventurança (TR, 272)”.

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Seis boas práticas para pregar a uma cultura e alcançá-la

Seis boas práticas para pregar a uma cultura e alcançá-la

Por Timothy Keller.

O centro é o Evangelho e ele nos leva ao equilíbrio. “Não podemos contextualizar demais, pois senão a pregação não transformará ninguém. Por outro lado, se faltar contextualização, ninguém estará disposto a ouvir. Sendo assim, segue seis boas práticas para pregar a uma cultura e alcançá-la:

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Liturgia, música e pregação: Uma análise de Roland Bainton sobre Lutero

Liturgia, música e pregação: Uma análise de Roland Bainton sobre Lutero

Por Roland H. Bainton

Adaptado por Michel Augusto[1]

Quando falamos em liturgia, música e pregação, nos referimos à fatores que são categorizados como algo de pouca importância no contexto da igreja contemporânea. O motivo da reforma tem como principal material a doutrina da justificação pela fé, sem referencia à obras e o princípio formal Sola Scriptura, que é a base do culto público. Nos reportando à obra de Roland H. Bainton e sua biografia sobre o Reformador Lutero, aprendemos que:

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Dicas de Bibliografias em Homilética não traduzidas para o português

Dicas de Bibliografias em Homilética não traduzidas para o português, [1]

*podem ser compradas pela amazon.com

* As obras são de autores de tradição reformada. 

As editoras brasileiras tem desempenhado um excelente trabalho no âmbito teológico. A convulsão teológica tem beneficiado a publicação de muitas obras mensalmente. No entanto, resta uma lacuna para os pesquisadores em áreas específicas. Se você é um pesquisador, precisa se preocupar em buscar fontes que chancelem sua labuta teológica. Apresentamos abaixo, dicas de obras clássicas na área de homilética, que podem ser adquiridas através do site da amazon.com.  (mais…)

Seis boas práticas para pregar a uma cultura e alcançá-la

Seis boas práticas para pregar a uma cultura e alcançá-la:
Por Timothy Keller

O centro é o Evangelho e ele nos leva ao equilíbrio. “Não podemos contextualizar demais, pois senão a pregação não transformará ninguém. Por outro lado, se faltar contextualização, ninguém estará disposto a ouvir. Sendo assim, segue seis boas práticas para pregar a uma cultura e alcançá-la:

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Pregação, implicações práticas e o pluralismo religioso pós-moderna

PREGAÇÃO, IMPLICAÇÕES PRÁTICAS  E O PLURALISMO RELIGIOSO PÓS-MODERNO

 Preaching, Practical Implication and Post-Modern Religious Pluralism

 Michel Augusto[1]*

RESUMO: Este estudo apresenta de forma suscinta os desafios da exposição do Evangelho no tocante às implicações práticas, seja em virtude da influência pragmática do evangelicalismo atual ou do risco de se adequar o sermão às exigências pluralistas religiosas pós-modernas. Num primeiro momento, este estudo se ocupa em trazer algumas considerações acerca do sermão expositivo e o seu respectivo valor para a pregação do Evangelho. Num segundo momento, é trabalhado a possibilidade e necessidade dessa forma sermonária no contexto midiático, em detrimento do pragmatismo religioso neopentecostal e da influência modernista no meio evangélico. Por fim, é apresentado algumas considerações acerca das implicações práticas no contexto do sermão expositivo como forma e alternativa para contrapontos necessários ao pluralismo religioso no seio protestante pós-moderno, evocando a Bíblia como autoridade final sobre a vida do ouvinte.

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