02 jun '15
Por John Macarthur Após o período da Reforma Protestante, houve uma influência de Schleiermacher e depois de Albrecht Ritschl, que [...]

Por John Macarthur

Após o período da Reforma Protestante, houve uma influência de Schleiermacher e depois de Albrecht Ritschl, que argumentou que o cristianismo deve ser definido em termos de conduta ética na sociedade. As ideias de Ritschl originaram o evangelho social, que substitui o evangelho bíblico em muitas igrejas protestantes, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos.

 O evangelho social não salva ninguém da ira de Deus. No lugar de enfatizar o pecado pessoal e a salvação do juízo eterno, o evangelho social despojou a Bíblia de sua verdadeira mensagem e preferiu se concentrar em um propósito moralista impotente de salvar a sociedade de sus males culturais.

 O cerne do liberalismo retornou para Schleiermacher e sua afirmação equivocada de que o cristianismo poderia ser construído sobre uma base que não fosse a verdade bíblica. Como qualquer falsa religião, o liberalismo teológico começou como um abandono da autoridade da Palavra de Deus. Afastando-se da exclusiva autoridade das Escrituras, tanto o catolicismo romano quanto o liberalismo teológico tornaram-se inimigos do verdadeiro cristianismo, versões fraudulentas daquilo que diziam representar.

Os movimentos carismáticos, dentro desse contexto, com a busca frenética por experiências místicas e êxtases emocionais, buscando revelação contínua do céu, corre o mesmo perigo: o de abandonar a autoridade e suficiência das Escrituras Sagradas (2 Tm 3.16-17).

Bibliografia

extraído de: MACARTHUR, John. Fogo estranho. São Paulo: Editora Thomas Nelson, 2015, p. 241.

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